O ano novo se inicia. Aquelas mesmas novas velhas promessas são feitas. O Réveillon de Copacabana, aqui na pseudo cidade maravilhosa, teve um grande público: cerca de 2 (dois) milhões de pessoas, com 12 (doze) minutos de explosões de fogos (dados da Riotur), um pouco menos que o ano anterior devido à crise financeira que assola o nosso estado (calma, eu sei que a queima de fogos é bancada pela prefeitura+setor privado).
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| Réveillon de Copacabana: mais de 2 milhões de pessoas! |
Mais um ciclo se inicia: ano novo, velhos problemas. Manchetes novas, rostos velhos... Antigos conhecidos em novos escândalos que vêm à tona, e os mesmos problemas de sempre. A música Perfeição, da banda Legião Urbana (lançada em 1994) nunca foi tão atual.
Mas... Puxa! Quanto pessimismo! Não é hora de pensar nisso. Aliás, mês que vem é fevereiro! E o que temos em fevereiro? O carnaval! A festa do povo... Quatro dias de folia. E em 2017 o carnaval acabará - ironicamente - no dia 1º de março, aniversário da cidade do Rio de Janeiro! Tomara que nesta quarta-feira consigam pelo menos juntar as cinzas e tentar seguir a vida adiante. Afinal o ano começa somente depois do carnaval, não é o que dizem?
A impressão que tenho é que, quanto maiores os problemas, maior o nível de alienação. Fazem a maior festa entre o dia 31/12 e 01/01, como se todos os nossos problemas resolver-se-ão nesta virada. Ninguém liga. Mesmo. Quem se importa se agora o pobre irá trabalhar até morrer sem conseguir se aposentar? Pobre... eu? Que viagem! Dá licença... Deixa eu ir ali sambar e ser feliz.
Feliz 2017! Feliz ano novo.
O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol. (Ec 1:9)

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